domingo, 20 de maio de 2012

ELEIÇÕES, SEMPRE ATUAL....


ELEIÇÕES , SEMPRE ATUAL.....


 Um país de tristezas

 

Prezado Amigo

Que bom termos condições de poder discernir sobre estes temas
De forma equilibrada , serena e porque não as vezes um pouco mais
Acalorada, onde as divergências de posição ou até de postura pode-se
Levar a uma mudança. 
Tempos atrás , mais precisamente a duas eleições , escrevi um artigo
e com a sempre cordial e especial atenção de outro nosso grande amigo,
que é  jornalista, ajudou-me a lapidar o texto, encaminhei-o a um dos
grandes jornais de circulação neste estado.
Para minha surpresa, o mesmo fora antes de se quer entrar na pauta de
Discussão na redação , para Artigos e / ou coluna do Leitor , excluído.....
Como iniciei neste retorno por escrito da “provocação” , que julgo salutar,
Tenho a dizer em complemento de que já está mais do que na hora de sairmos
Deste momento de discussão e partimos para AÇÃO,  pois se temos melhores condições,
De que tantos outros que nem acesso a energia elétrica, água potável, instrução, e
Que sentem a mesma indignação, não o podem e nem tem meios de como fazer, SIM,
está mais do que na hora , e ponho em pauta de discussão , de que eles podem ser a
ferramenta que teremos para AGIR. 

Não é assim que justamente estes que lá se encontram o fazem, pensem nisso.
Lembrando srs de que somos um povo pacifista, mas inteligentes.....
Abs

R Monticelli
Vitoria ES



Não obstante, com toda a indignação que qualquer um de nós sente, gostaria de expressar minha opinião sobre o assunto que sempre está presente e que  nos leva a externá-la de modo a também contribuir com os demais leitores e buscando através de sua capilaridade, estar presente em todo nosso estado e fora dele.

BASTA, SENHORES....
 Provou, gostou , não larga mais
Renato Monticelli*

 A dignidade das pessoas de bem deste País tem sido, nos últimos tempos, constantemente enxovalhada por tantos desmandos de seus representantes junto ao Estado brasileiro. A mídia tem feito a sua parte, denunciando reiteradas improbidades administrativas que, até recentemente, deixariam o maior dos hipócritas corado de vergonha, se é que esse é capaz de assumir esse tipo de sentimento nobre. Parece que, de uns tempos para cá, não há mais medida nas transgressões de quem vem exercendo, em nome dos brasileiros, mandatos eletivos.

Como Nação, temos assumido, devido a nossa formação, uma postura pacífica, direcionada  sempre à tomada de importantes decisões de forma conciliatória e com base no entendimento. Amparados por essa realidade e com base na dimensão continental de nosso País, devemos eleger inúmeros representantes para cuidar de nossos interesses junto às diferentes instâncias e através dos Três Poderes constituídos, para, em nosso nome e atendendo nossos interesses, mediante outorga, caminharmos para manter uma democracia verdadeiramente representativa.

Infelizmente, nós, brasileiros constatamos que, nossos representantes, eleitos para exercerem os seus mandatos com garra, determinação e espírito público, desde os mais remotos rincões deste País até Brasília, no Congresso Nacional, estão se desviando desses propósitos. Deliciam-se com os privilégios oferecidos, acumulados ao longo do tempo, legislando em benefício próprio, envolvendo benesses que consideramos imorais, nos tornando verdadeiros “bobos da corte”.

Na mesma linha, a corrupção, os crimes e atrocidades contra vida, são praticados devidamente amparados pela certeza da impunidade, da morosidade da justiça e da imoralidade, que está “legalizada”, nos deixando perplexos, porém ainda sem reação. Até agora latente, essa indignação vai, aos poucos, se tornando clara, visível, desconforme.

Basta Senhores! É preciso mudanças, que certamente acontecerão. As eleições estão em transito para o segundo turno e, por isso mesmo, as mídias televisiva e impressa não devem ser caladas, pois, mais do que nunca as denúncias devem continuar acontecer, os desmandos apurados e seus autores, que fazem parte desta verdadeira ‘corte”, punidos com rigor e, também, afastados pela urna e pelo voto consciente e democrático."O voto a cabresto não existe mais neste País." E será o verdadeiro exercício da cidadania, sem dúvidas, o fiel da balança para devolver ao povo o que lhe vem sendo tomado: a condição de gerir os destinos desta Nação ordeira, que trabalha e mantém a disposição de conservar a paz e a prosperidade como elementos de sua verdadeira história.

*R Monticelli - Adm Empresas