segunda-feira, 2 de abril de 2012

24 Horas.

24 HORAS...
Semana passada realizei uma viagem para EUA cidade de NY, devidamente acompanhado de meus filhos, como premio recebido  pelo desempenho em meu trabalho durante o ano passado.(2011)
Foi uma bela viagem onde pudemos respirar um frio de 4 graus com a sensação de -10, impressionantes. Ja fazia um bom tempo que não tinha esta sensação.
  
Conseguimos entender um pouco mais, de como funciona a mega-metropolis – consumo mais consumo, com entreterimento, grandes shows e tudo mais, gente de todo o mundo, (hispanicos, asiaticos, europeus nordicos, africanos e obvio que não podia faltar nos brasileiros).
Os restaurantes, os cafés, as pessoas (multidões na ruas na hora do rush), os taxis amarelos, os grandes quartéis generais das maiores cia´s  do mundo, os cachorro-quentes nas esquinas, etc....

Tudo que dá o sentido a esta cidade que não para, nem para se ver sem parar, não perde tempo, que não dorme, a nova torre que substituirá as gêmeas já esta no seu 101 andar e assim a cidade não para, esta em constante movimento. Na sua entrada, da baía, a suntuosa estatua da Liberty, presente dado pelos Franceses, imponente com todo seu “charme” dando as boas vindas aos novos “novos “ americanos, que mesmo com toda a parafernália de controle, pelo medo,( preço pago por sua crença na conspiração de que todos são contra eles), chegam para visitar ou buscar o gren card para nunca mais voltarem.
As diferenças continuam suavemente explicitas em cada esquina, onde o negro é tratado como tal, o branco sem estudo é tratado como tal, o CEO do QG(quartel general como eles chamam os predios
verticais retilineos e tambem disformes que parecem tocar o ceu , feitos de aço e vidro) estão sempre ávidos a mais uma tacada certeira dos grandes negócios, lucrarem sempre nesta acirrada concorrência nem sempre “leal”, esta é a NY.

Com tolerância zero, para fumantes e outros tantos viciados, suas mazelas escondidas e ou retiradas das ruas, para que a cidade continue sempre sendo a Gotan City, New Holland, Big Appel e por fim
a tão famosa New York.

R Monticelli

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