A SAGA DOS MONTICELLI
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Queridos primos , hoje depois de
duas taças de vinho em conversa íntima com minha querida esposa , na sacada de
nosso humilde lar , mas cercados de verde natural, vento que sopra , calor físico
de 39 graus e 1000 de amor, saudade e cumplicidade, iniciamos um momento de reflexão sobre
nossas vidas, futuro, presente e passado, este último sempre lembrado de
coisas que nos dizem respeito,
mostrando, ensinando que a história , de uma estrutura de família, de
nossas vidas, sempre estiveram rodeados de acontecimentos que marcam de um jeito
peculiar, cada um de nos , primos, tios,
parentes em todas as esferas ...
Depois era aquela festa, todos os primos reunidos na casa do nossos avós
, cada um exercendo uma função , disciplinar, em relação as tarefas a serem
executadas, para que o propósito daquela morte não fosse em vão.
Lembro que o Seu Pedrão , amigo da família que morava no final da rua Mal.
Frota, sempre ficava com a cabeça do animal, o que ele fazia , ninguem sabia, pelo menos eu não sabia, mas era dele aquela
parte do bicho.
Nós os primos rodeados numa mesa feita com tabuões em cima de
cavaletes, éramos a maioria os mais jovens, mas com a liberdade cedidas por
nossos pais, a de pegar numa faca bem afiada para cortar a manta de toicinho e
fazer os cubos para serem levados a grande panela de ferro que ficava ali, ao
nosso lado, em cima de um monte de lenha, num braseiro só, fervendo, para cozinhar o produto de
nosso trabalho e mais tarde virar o famoso torresmo dos Monticelli, alguém
duvida disto???, esta expressão criei
agora , que depois de anos, revendo algumas das nossas “atividades”, nunca nos demos o merecido credito.
Nossa família sempre foi muito religiosa, e por morarmos muito próximos
um dos outros no bairro Cristo Redentor para onde nossos queridos avós vieram
se fixar depois de fazerem o êxodo do interior , nos deram este privilegio de
podermos sempre nos reunir, sendo para esta festa particular, ou para os
encontros de natal e ou o demonstração de grande espiritualidade.
Tínhamos na pessoa da tia “Catarina”, a puxadora desta tradição exercida entre os
italianos oriundos do veneto, a prática de rezar o terço em família, coisa que posso lhes afirmar que nos dias de
hoje ainda o faço , aqui agora longe de
vocês e de nossa grande família, pois esta tradição, sendo ela , talvez
nos dias de hoje não tão bem aceita, é uma forma de resgatar aqueles belos e
maravilhosos dias de convívio.
Não quero me ater somente as delicias que contribuíamos naqueles dias
da matança do porco, tinham também os coelhos da tia Otilia, algo muito
requintado para aqueles dias, feitos assados no forno de barro, ou as cucas de
uva feitos pela tia Bambina, ( estou escrevendo o que me lembro, pessoal, não
quero cometer nenhuma injustiça com nenhuma das tias, que por sinal, sempre
foram prendadas, porque tiveram uma matriarca que sabia ensinar, nossa querida avó Maria Monticelli).
Alguem lembra do bolo de milho
feito pela avó Maria, fubá de milho este que era moído ali na pedra da
moenda e colhido no quintal de casa???? Isto não tem preço, (master card,
rsrsrsrsr)......
Renato Monticelli
Vitoria ESNA SEQUENCIA, assim escreveu minha irmã clarice.....
SAGA FAMILIA MONTICELLI
Acho louvável a iniciativa de meu
querido irmão Renato transcrever acontecimentos oriundos da nossa infância e formar através das contribuições de nossos
parentes desde uma pequena lembrança à um fato acontecido, fotos...
Bem posso dizer que lembro muito
pouco da minha infância, mas que tinha muita proximidade com os primos da
família da tia Felicia, tia Amabile(falecida), tia Bambina, da tia Divina e tio
Carlos(falecidos) e do Tio Anibal(falecido). Morávamos na rua Marechal Frota ao
lado da casa dos nossos avós paternos Pedro e Maria Monticelli e outros
primos moravam na rua de baixo Marco Polo onde nossa tia Felícia ainda mora. Lembro
quando junto com meus primos Gerson, Airton(falecido), Ana, Solange, Fernando, Marisa
subíamos nos pomares existentes da casa dos nossos avós Pedro e Maria esta já
falecida, para comer os frutos ainda verdes e vinha o vovô Pedro com uma
varinha a gritar: - não mexe ali, desce dali, sai dali, vocês me pagam...
enquanto um o distraia os outros desciam das árvores e “pernas pra que te
quero” cada um ia para algum canto se esconder e o vovô saia correndo atrás de
quem estava na sua mira.
A vovó Maria era minha madrinha
de batismo lembro-me vagamente dela, pois tinha 3 anos e comia terra vermelha e
areia, por causa dos vermes. Disseram para a mãe que tinha uma simpatia se a
madrinha fizesse um pão e me desse na boca, elas desapareciam e ela o fez numa
forminha pequena e logo em seguida elas vieram por cima e por baixo, acho que
tinha 5 anos quando ela faleceu de câncer na boca por problemas com o dente de ouro.
Também tem algumas recordações
minhas de que gostava de brincar com os primos e meus irmãos em suas divertidas
invenções como: na calçada em frente de casa jogar bolas de gude, tako, sapata,
mamãe posso ir, andar de patinete,
confeccionar e soltar pipa no campinho a uma quadra de casa, andar de
carro de lomba, escorregar com papelão na descida do morro, confeccionar trator
com latas de azeite e brincar no porão de casa, empurrar uma roda de pneu com
um arame e outras tantas...
E tinha uma brincadeira que
gostava muito porque dava uma adrenalina enorme, um dos primos que não lembro
quem, subia numa árvore de figueira que tinha num outro campo perto de casa, era
amarrado uma corda bem grossa num tronco bem alto e na ponta de baixo amarrava-se
um pedaço de pau onde a gente sentava e cada um experimentava a
viagem de ser empurrado no meio do mato
como se estivesse voando, uma sensação maravilhosa de liberdade, formava-se uma
fila enorme até alguém cair, então se encerrava a brincadeira, e para constar hoje
em dia foram construídos prédios neste campo e preservaram a figueira, fica no meio do condomínio, é algo
impressionante.
Lembro de um episódio que marcou
muito na minha infância pois convivia muito com
meninos inclusive meus irmãos, adorava jogar bola, seja futebol , voleibol,
frescobol bobinho...mas a história é a seguinte: meus irmãos saíram de casa para
pescar girinos em lagos num bairro longe de casa e também para juntar papel de
cigarro, pois tinha um jogo que usávamos eles e eu fui junto com eles e perdemos o horário da
escola, a mãe estava louca atrás da gente e ninguém sabia onde estávamos, fomos
repreendidos e apanhamos, mas eu principalmente era muito cobrada e repreendida
por ser menina e estar junto com os garotos. A mãe dizia que tinha 5 filhos
homens e eu não tinha atitudes de menina, aliás nunca gostei de bonecas e nem
de brincar de casinha.
Outro fato muito marcante foi
quando minha mãe deu a luz aos meus irmãos Régis e Rodrigo (gêmeos) eu tinha
apenas 7 anos e me sentia responsável por eles, deixava de brincar para cuidar
deles, e também não queria ir mais a escola, estava no segundo ano primário e
várias vezes fugi da escola para ficar com eles e ajudar a mãe. Lembro que ia
junto com meu irmão Renato e quando chegava perto da escola me dava um pavor e
vontade de sair correndo e o fazia. Então passei a ir com meu tio Carlos e não
adiantava fugia e ninguém me segurava. A
mãe me levou em psicóloga e nada foi constatado, ela dizia que se não estudasse ia ser
faxineira, mas era mais forte do que eu
até que um dia uma professora do primeiro ano, Dona Emilia disse para
minha mãe e outros professores que eu precisava era de uma boa “surra”, então
na hora de entrar pra sala de aula cercaram-me de todos os lados e não tinha
por onde eu sair, então esta professora me puxou forte pelo braço, abriu a
porta e me jogou pra dentro da sala e bati contra a mesa e me empurrou para
sentar na cadeira, literalmente sofri uma agressão fiquei com hematomas no
corpo, mas ninguém ousou ir contra seu gesto autoritário e ofensivo e me
defender, todos assistiam ao espetáculo. E ali fiquei sentada, muda olhando para
a janela e planejando minha fuga na hora do recreio, mas não o fiz apenas chorava.
E aos poucos fui me interessando pelas aulas e fui deixando de lado a idéia de
fugir da escola, minhas notas eram ótimas nos trabalhos e mesmo faltando uns 3
a 4 meses de aula, pois tive várias doenças neste ano: catapora, coqueluche,
sarampo, caxumba, alergia e passei para o terceiro com ótimas notas.
Na nossa rua tinha muitos
parentes, primos de 1º grau e 2º grau, com os quais brincávamos juntos e nos
visitávamos mutuamente, mas também tinha um armazém da Dona Florinda em frente
a nossa casa e esta era a portadora de dar informações para o nosso pai de tudo
o q ocorrera no dia com a sua versão muitas vezes deturpada q deixava o pai
muito irritado, as vezes apanhávamos sem saber o por quê, só depois q sabíamos
como por exemplo: apanhei porque beijei no
rosto do seu Dalberão q morava no fim da rua, ele bebia e havia me dado
uma porção de balas e chicle sem maldade, ele sempre distribuia balas para as
crianças.
Certa vez também minha prima
Salete que morava no mesmo terreno que o nosso me convidou para subir em cima
do galpão onde guardava as ferramentas e fez a proposta para desenhar e fui,
porém me desequilibrei e cai de costas, bati com a cabeça no chão fez um corte
muito grande e sangrava muito, a mãe que estava grávida de + ou – 6meses ficou
apavorada e colocou pó de café para estancar o sangue e pediu para os vizinhos
da frente de casa me levarem no pronto socorro, eu não desmaiei e no carro eu
só rezava para chegar em casa antes que o pai viesse do trabalho, pois sabia que
iria levar uma surra pela travessura, quase infeccionou por causa do café, e
por pouco não foi pior o resultado, pois faltou um centímetro para atingir a
nuca e poderia ter sequelas irreversíveis, mas meu anjo da guarda estava
comigo. Cheguei em casa e me deitei no
sofá e cobri a cabeça, e quando o pai chegou fingi que dormia, ele levantou o
lençol e perguntou o que era aquilo para mãe e a culpou pelo ocorrido, é claro
que ele já havia passado no armazém da Dona Florinda.
Gostava muito de visitar as
primas Odete, Marlene e Nilza do Tio Carlos, eu tinha uns 10anos elas eram mais
velhas e gostava de ouvir o que tinham para contar, e me convidaram para
participar do grupo de jovens da Igreja Cristo Redentor eu aceitei e foi muito
bom, pois convivia com pessoas instruídas, aprendi muito, vencer a timidez, a
interpretar textos, trabalhos em grupo, falar em público, dar palestras... novas
amizades, fez eu amadurecer precocemente e até em festinhas comecei a ir foi
muito bom e importante pra mim.
Também tem uma lembrança a qual
partilho com meus irmãos, a Tia Amabile trabalhava numa fábrica de chocolate
Souza e Cia. na rua Alberto Silva, e levou vários sobrinhos à trabalhar lá, dos
primos não sei quem foi mas meus irmãos Renato e Ronaldo e eu, achava o máximo
ganhar um dinheiro meu com meu trabalho aos 11anos, trabalhávamos nas férias da escola e foi lá que
nossa tia perdeu a mão numa maquina de fazer massa.
Um episódio muito triste que aconteceu em
nossas vidas minha e dos meus irmãos foi quando a mãe teve um colapso nervoso e
teve que ser internada para tratamento, eu assumi a casa e meus irmãos menores, tive que faltar as aulas
e toda noite juntos rezávamos o terço para sua cura e volta pra casa, a Tia
Catarina sempre estava nos ajudando. A mãe queria ter uma casa só dela e não
queria ter que dividir o pátio com outros, no caso Tio Pio e Tia Maria sempre
gerava discussões. Então foi feita a proposta para o Tio Pio comprar a nossa
parte e com a ajuda do Tio Marcos casado com a Tia Beatriz, ele achou uma casa
no bairro Sarandi onde fomos morar e
meus pais moram até hoje. Mas deixa estar que esta mudança pra mim gerou um
conflito muito grande, chorava dia e noite, não gostava daquele lugar, minha
vida estava toda voltada para o bairro Cristo Redentor onde nasci e me criei
até os 13 anos, minha escola, primos,
amigos, grupo de jovens...Mesmo fazendo parte do grupo de jovens da Igreja Santa
Catarina, conhecendo novas pessoas, formamos um time de voleibol e de
futebol o qual jogávamos em vários
lugares, passeávamos com o grupo em seminários, fazíamos confraternizações, me
sentia triste e infeliz , os primos que tinha neste bairro não tinha
convivência, só pensava no dia em que iria trabalhar e cair fora dali, custou
um pouco tive que correr atrás, comecei a trabalhar com 15anos e só com 20anos
consegui ter o meu canto, foi uma vitória, uma conquista deveras desejada.
Colaboração de meu irmão Ronaldo.....

Um Grande Abraço!
Prezados Primos, tios e sobrinhos...
Segue anexo uma introdução e dois registros sobre nossa família
Gostaria muito de que despertassem em cada um de vcs esta recordação e que cada um registrassem na sequencia dos fatos o que se recordam a respeito de tudo aquilo que nos pertence....Inclusive acrescentando algo mais que faltou em cada item relembrado por cada um de vcs sem se ater a formalidades de um “Best seller” e sim , simplesmente a narrativa nua e crua de recordações que depois de muita lembrança , ai sim escrevermos e marcarmos em um Livro A SAGA DOS MONTICELLI, O que vcs acham vai ser sentido daqui para frente,
RENATO MONTICELLI
NIVER DO SEU ROQUE....
Hj se completa mais um circulo de uma vida , já se vão 74
anos , como o tempo passa rápido depois de um certo tempo, não é ? as vezes me
vem algumas lembranças da minha infância onde recordo de momentos lindos
em que pudemos participar juntos como por exemplo ir ao estádio do Beira
Rio pela primeira vez, ver meu time do coração, você fez eu ser colorado, coisa que só consegui com um dos meus filhos
, seus netos, era Inter e São Paulo,
placar 4 x 1 pra academia do povo, com o
tio Heitor , seu cunhado , no seu dkv vermelho , lógico que tinha de ser vermelho,
por que todo colorado que se preze, deve honrar esta cor...
Outro momento marcante foi quando aos fins de semana ,
principalmente nos domingos , juntávamos os primos e fazíamos dois ou até mais times para disputar
uma partida de futebol no campinho de saibro, no final da rua mal frota, lembra
disto? Dava-se um jeito de arrumar uma bola , de couro , dura, com câmara por
dentro, costurada , e engraixada com
sebo de carne, Eu jogando com meu pai, que lindo... por sinal você chegou a ser
jogador de time importante na sua época,
o Renner, é isso pai?? Num primeiro momento como centro avante,
quando ainda era fino, liso, depois mais
no final da carreira quando o fino começou a dar lugar para uma bela silhueta,
(rsrsrsr), passou a defender no gol, que ironia.
Tinha também os encontros nas tardes de domingos de gre-nal,
que quando não íamos ao estádio do Beira Rio, para assistir, nos reuníamos na sapataria do seu João e de
lá torcíamos juntos pelo nosso time.
SAGA DOS MONTICELLI
Agora são 00:00 , resolvi
escrever um pouco sobre minha infância , juventude e vida atual , serão
passagem pelo presente; passado e futuro
.. vivo e faço parte desta nossa FAMÍLIA MONTICELLI. Lembro que comentaram
sobre o cachorro na foto tirada quando Eu apenas tinha 4 anos ... na calçada de
nosso saudoso Avô Pedro , esse mesmo cachorro me aplicou uma mordida a qual
permanece a cicatriz até hoje.. será que tomei vacina contra raiva na época ?
Não lembro.. muito menos alguém sabe que fui mordido, isso porque acho que escondi
isso de minha mãe e pai para não levar uma surra. Bem Eu tinha 4 anos e pouco
me lembro do que realmente aconteceu na época...
Quero forçar a memória de vcs.
sobre nosso passado... quem lembra de nossas aventuras a tarde depois da
escola, quando iamos até o morro da pedreira ? Esse tipo de aventuras era
freqüente em nossa infância, parece que naquela época não tinhamos medo de se
perder ou de entrar em terrenos desconhecidos, campos, fazendas de mato fechado
, levamos tiros de arma de “sal” fugíamos , corríamos em campos sem nenhum medo
, e hoje, o que fazem os nossos filhos?
O quando saem a rua em frente de nossa casa ? O que dizemos? O mundo ficou pior
a violência tomou conta de tudo ? Ou somos nós que mudamos? Onde está nossa
coragem? Nossos filhos não são nosso sangue? Por que não deixamos sair e fazer
tudo o que fazíamos? Perdemos nossa coragem? O que estamos ensinando a nossos
filhos? O que vemos e ouvimos no noticiário da TV? É a essas perguntas que
temos que refletir... Será que nossas “máquinas”, (patrolas de lata de azeite),
carrinhos de lomba (rolimã), as caixas de papelão para descer os barrancos,
foram extintas? Pior deixamos de lado nossa criatividade e entregamos para
nossos filhos e os substituímos por
brinquedos eletrônicos, TV e VIDEO GAMES? Nós questionamos que seria melhor ?
Desenvolver brinquedos de pau e lata de azeite ou ensiná-los a mexer em I-pod ,
MP3 , celular, TABLET ?
Bem, aí diríamos que as coisas
evoluíram, nosso tempo é outro, nosso
poder aquisitivo pode desfrutar muitas coisas novas e tecnológicas mas, o que
quero vos dizer meus amigos é que O
VALOR destas coisas para Eles não tem o mesmo VALOR que tinha para nós quando
nós mesmos construíamos os nossos brinquedos... nosso amor pelos nossos filhos
hoje é o mesmo em qualquer circunstancia que nossos pais tinham por nós e Eles
sempre nos deram o que tinham de melhor , por isso, é que nós adquirimos ao
longo de nossas vidas o dom de dar VALOR,
digo que foram através destas coisas que aprendemos dar VALOR a tudo o
que somos e passamos as pessoas que nos cercam
e na nossa FAMÍLIA.
Hoje somos o espelho do caráter
de nossos filhos e filhas nosso DNA está presente na vida de nossos filhos, por
isso, nos orgulhamos de nossas famílias, mesmo tendo alguns fora deste
processo, ainda que, todos sabem que sempre há “desvios” em caminhos...
Mesmo assim somos ADMINISTRADORES, EMPRESÁRIOS, MÉDICOS,
ENGENHEIROS, CONTADORES, ADVOGADOS, HISTORIADORES, COMERCIANTES, PROFESSORES, EDUCADORES, MÚSCIOS, PADRES , PISICÓLOGOS , DENTISTAS, ARTISTAS, ETC..
qualquer um destes títulos temos em nossa FAMÍLIA.
Ronaldo Monticelli
A SAGA DOS MONTICELLI´s
QUERIDO PRIMO JAIME , bom
dia !!!!!! VC ME FEZ CHORAR AGORA DE MANHA CEDO, POXA CARA PODERIA COMEÇAR MAIS
LEVE !!!!!!!.......Que bela recordação documentada. Este foi o intuito de
iniciarmos esta troca de emails , sempre recordando OS BONS MOMENTOS....
Por
escrita e por documentos como este, formidável, este é o propósito. Vamos dar
continuidade, gente, isto é, importante, é nossa “ famiglia”....Jaime, lhe
passo alguns nomes que consegui identificar nesta foto, Seguindo da esquerda
para direita.. Minha irmã Clarice, meu irmão Ronaldo com o cachorro no colo
(lembrar do texto que enviei, já gostava muito deste bicho) rsrsrsr , Eu,
depois Fernando, Flavio, Tua Irmã Rosane, Milton do tio Carlos, Mariza,
Marlene, Rogerio da Tia Paula, Ivani com bebe no colo, Ana Maria da Tia
Amabile. La atras, Lourdes, a mais alta Bete do Tio Pio, Cecilia, Carmem, Seus
dois queridos irmãos, Beto e Enio “cebola”, Beto e Geraldo da Tia
Paula , La em cima na copa da Arvore tio Anibal.... muito legal.....

Primo, agita os
demais , vamos por no email tudo aquilo que já foi obra feita, escrita ,
realizada, por todos os Monticelli´s....Jamais vou esquecer por exemplo
de dois eventos realizados com intuito de juntar a todos num mesmo local , as
festas que foram realizadas na Paroquia do Caravaggio, em jardim Aliança, e
outra organizada por vc ali próximo ao Tumelero. Sai aqui de vitoria, sem
pensar duas vezes, fiquei de madrugada no aeroporto do RJ, para fazer a
conexão, e assim chegar a tempo da festa. Demais primos , o que vcs estão
esperando, é a nossa “ FAMIGLIA” , nos temos um nome, não importa que foi
emprestado pela bendita vovó Maria.Vcs viram o anexo que enviei, os
Monticelli´s não foram enviados e /ou vieram para o Brasil, foram
espalhados pelo mundo, EUA e fora os que ficaram na Italia. Quando estive por
lá , nestes dois países (EUA e ITALIA), tive arrepios em ver nosso
nome estampado no computador, em ruas, villarejos, vinhos... Isto mexe com a gente. É disso que
precisamos , vamos arregaçar as mangas e fazer acontecer...
RECORDAR É PRECISO.... A
VIDA É PASSAGEIRA...OS BONS MOMENTOS DEVEM-SE PERPETUAR.....
" A SAGA DOS
MONTICELLI”
Colaboração do Jaime...
Primos!!!
Olha só a Raridade em anexo que estava guardada dentro
de uma gaveta?! (a foto em anexo me foi enviada pela Maria, filha da
Tia Helena) Chorei de tanta EMOÇÃO!!!! O meu vovozinho e minha vovozinha
com seus netinhos! nunca imaginei que existisse uma preciosidade destas. Se existe
esta, então devem ter outras abandonadas esquecidas dentro das gavetas destes
monticellis...
Vamos lá primos! Vamos
escanear e tornar publico estas raridades!
Olha só, esta talvez a foto tenha sido tirada na época da "A SAGA DOS MONTICELLI" escrita pelo Renato!!!! Alguns primos na foto me são bem presentes, mas outros não consigo identificar. Alguém me ajuda?
Olha só, esta talvez a foto tenha sido tirada na época da "A SAGA DOS MONTICELLI" escrita pelo Renato!!!! Alguns primos na foto me são bem presentes, mas outros não consigo identificar. Alguém me ajuda?
Um Grande Abraço!
Prezados Primos, tios e sobrinhos...
Segue anexo uma introdução e dois registros sobre nossa família
Gostaria muito de que despertassem em cada um de vcs esta recordação e que cada um registrassem na sequencia dos fatos o que se recordam a respeito de tudo aquilo que nos pertence....Inclusive acrescentando algo mais que faltou em cada item relembrado por cada um de vcs sem se ater a formalidades de um “Best seller” e sim , simplesmente a narrativa nua e crua de recordações que depois de muita lembrança , ai sim escrevermos e marcarmos em um Livro A SAGA DOS MONTICELLI, O que vcs acham vai ser sentido daqui para frente,
RENATO MONTICELLI

Prezados boa noite, peço desculpa incomodar vocês mas estou tentando encontrar a certidão de nascimento do imigrante italiano Giuseppe Monticelli, filho de Luigi e Angelina, casado com a Maria Pucci e que faleceu em Capão Bonito no 1913. Filhos e netos nasceram em Capão Bonito. Por acaso você tem algumas informação pra me ajudar a encontrar a cidada onde nasceu. Agradeço para qualquer ajuda!!! Laura
ResponderExcluirOlá Laura, sobre o certidão não tenho conhecimento mais oque eu sei é que Giuseppe teve um filho que é meu bisavó Aurelio Monticelli que era de Capão Bonito.
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